#24- Negócios & Franchising 95
23/07/2015

imprensa – Revista Negócios e Franchising
2014/10-11
\\ As rodas do negócio \\
(texto: Laura Alves . Fotografias: Artur)
[excerto da notícia]
Loja online | Happy Bicycle
Tornar as bicicletas seres mais felizes é a proposta da Happy Bicycle. E como é que se torna uma bicicleta feliz?
Dando-lhe uma prenda ou um mimo inesperado. Helga Arraiano e Miguel Sá e Melo, designers de formação, são os responsáveis pela loja online que reúne produtos criativos e acessórios fora do comum, com os quais se pode embelezar ou aperfeiçoar a bicicleta. A ideia remonta a 2011, sendo que a Happy Bicycle nasceu oficialmente em 2013.
“A nossa intenção é partilhar os produtos fantásticos que vamos descobrindo diariamente. Os amantes de bicicletas sabem que na nossa loja online irão sempre encontrar peças inovadoras para os ajudar a ser mais felizes com as suas bicicletas”, descreve Helga Arraiano. “Fomo-nos deparando com uma série de produtos muito criativos, alguns super inovadores, outros muito funcionais, outros ainda puramente decorativos, e que suscitavam muito interesse e burburinho nas redes sociais mas que não existiam fisicamente em Portugal, e eram de difícil acesso”.
Helga considera que, desta forma, ao reunir na mesma plataforma diversas peças originais, poupam muito tempo de pesquisa aos clientes que desejam personalizar as suas bicicletas. “Por outro lado estamos a tentar incentivar a criação e divulgação de novos produtos nacionais” e a criar diversas parcerias a nível criativo.
A Happy Bicycle inclui também a valência de oficina móvel na zona de Lisboa, um serviço que procura responder às necessidades de quem quer fazer uma reparação ou manutenção à bicicleta, indo a casa do cliente. “Muitas pessoas têm dificuldade em saber onde e como levar a sua bicicleta a uma oficina para fazer a manutenção, e a ideia passa por facilitar a vida das pessoas e ajudar a colocar o maior número de bicicletas a andar nas nossas ruas”, observa Helga. “A nossa intenção é motivar as pessoas a (re)começar a andar porque se identificam e reveem nas bicicletas que têm, e se sentem mais seguras com os acessórios que nelas aplicam”, reforça a designer.
Com apenas um ano de existência, ainda é precoce tirar ilações. O volume de vendas “não é nada de transcendente”, diz-nos Helga. Contudo, o cenário afigura-se positivo. “A boa notícia é que cada vez mais gente nos vai conhecendo e por isso só temos por onde crescer, de um modo contínuo e estável… Este ano e no próximo vamos continuar a apostar em divulgação, participação em eventos e no universo online, para conseguirmos que a nossa mensagem chegue a cada vez mais pessoas”.
(texto: Laura Alves . Fotografias: Artur)





